Querido leitor.
Complicado falar sobre isso, já que muitas pessoas, apesar de todo o acesso de informações que se tem na mídia, ainda caem na tentação de fumar. Digo tentação porque admito que tenha certo charme aquele que segura um cigarro entre os dedos, enquanto lança olhares furtivos entre uma baforada e outra.
Mas vejo charme somente até me aproximar o bastante para sentir a fumaça e o odor característico dos fumantes. Com certeza, quero distância de quem fuma.
E não é somente pelo cheiro e aparência amarelada nos dedos. (digna de exclamação, pois não sai com água e sabão) Entendo bem do assunto, pois tenho pais (isso mesmo, mãe e pai) que fumavam desde a adolescência.
E agora, pasmem!
Ambos passaram pela mesma situação mencionada no texto abaixo escrito por mim, logo após os incidentes, com exatamente os mesmos dias de internação, de angústia e medo. E depois de sobreviverem a ela, deixaram de lado esse vício horrendo.
CIGARRO. O “GRANDE MAL” DA HUMANIDADE
Você fuma? Que tens em mente? Que o cigarro é o seu melhor amigo? É ele quem encontra você todos os dias e o faz relaxar? É por ele que você faz dos minutos do seu dia momentos mais agradáveis? É com ele que você sai todos os dias, sempre encontrando tempo para curti-lo, senti-lo, amá-lo?
Que amigão!!!! Entra no seu corpo diretamente no ar que você respira. Vai se alojando no seu pulmão, pouco a pouco, sem deixar espaço vazio nenhum para a pureza essencial da atmosfera.
Vai sugando, devagar, a vida do seu órgão vital, deixando-o completamente inútil, sujo, impregnado de doença...
Você vai começar a tossir, com o passar longo do tempo, muito. Vai expelir muita sujeira, catarro. A respiração vai ficar um pouco difícil. Alguém vai dizer: “Vá para o médico, você não está bem!” Provavelmente a sua resposta será:
“Nunca fui ao médico, estou bem, o cigarro nunca me fez mal.”
“Fumo desde os meus 15 anos, nunca tive nada”.